cartaz do filme bring the soul

Na última quarta-feira (7), o terceiro filme do boygroup sul-coreano BTS, produzido pela Big Hit Entertainment e distribuído pela Trafalgar Releasing, entrou em cartaz. Como nos últimos dois filmes, a venda dos ingressos aconteceu cerca de um mês antes da estréia. Tanto a quantidade de dias em cartaz quanto a abrangência de cinemas país e mundo afora foi maior que das duas últimas vezes. A cada pré-venda de álbuns, produtos específicos para fãs, ingressos para filmes e shows, o sucesso e influência do grupo são cada vez mais reconhecidos.

As primeiras cenas de “Bring The Soul” mostram o septeto um dia após seu último show da turnê européia de Love Yourself. Em poucos minutos de filme, temos BTS, em um restaurante situado em Paris, relembrando momentos de euforia e desalento antes, durante e depois dos shows da primeira parte da turnê Love Yourself, que iniciou em 2018, em seu país natal, depois ocorreu pelos EUA, alguns países da Europa e Japão (que não está em evidência no documentário).

Fonte: trailer do documentário

Para muitos fãs, tudo pode parecer fácil para os meninos. Afinal, eles sempre emitem energia boa e parecem estar bem em (quase) todos seus eventos. Mas, como na docu-series e no filme “Burn The Stage” (2018), “Bring The Soul” tem o papel de expor aos fãs outro lado dos integrantes. No decorrer do filme, vemos o quanto eles se cobram ao cometer erros, o quanto sofrem por se encontrarem esgotados.

Temos cenas de Jungkook, cantor principal e integrante mais novo, levando anestesia e pontos no calcanhar, se martirizando por não poder estar junto do resto dos integrantes. No começo do documentário, há uma cena onde ele chora por achar que errou uma nota durante seu solo. V, cantor, encontra-se exaurido, doente e rouco antes e durante o show de Paris. Ele se sentiu muito mal por não poder dar o melhor de si nas performances, acabou se emocionando em frente ao público e seus companheiros de grupo no final do show. Jimin, cantor, mesmo exausto, aparece se exercitando para manter seu ritmo e estamina. Há também cenas em que ele está com a perna esquerda imobilizada, por se esforçar demais durante as coreografias.

RM, líder e rapper principal do grupo, como de costume, mostra seu lado mais sensível, exibindo sempre seus pensamentos e sua visão de mundo e como tem crescido com a turnê e com as pessoas que convive. J-Hope, rapper, sai para uma caminhada no centro de Berlim, para espairecer a mente. Diz que prefere isso do que ficar enfurnado dentro do hotel. Suga, rapper e compositor, após um show, mostra algumas demos, compõe e falando sobre seu cronograma para gravações – sempre tarde da noite. Vemos Jin, cantor e integrante mais velho, sempre se cobra, sempre achando que sua performance não é o suficiente, querendo melhorar mais e mais. Há uma parte em que cita que sente falta de seu país natal, onde pode sair com uma liberdade maior, algo que, no exterior não pode fazer.

Em resumo, o filme tem seus momentos descontraídos, reflexivos e sérios. É um ótimo documentário para quem quer saber mais sobre os integrantes e se aprofundar em sua história, independente de ser fã ou não.

Fonte: trailer do documentário

(Nota especial: No domingo (11), a Big Hit Entertainment, empresa que gerencia a carreira do BTS, anunciou que eles entrarão, pela primeira vez em seis anos, em férias prolongadas. Desejamos a eles um bom descanso! #RestWellBTS)

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