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Letra: ‘Guia de Um Amor Cego’ – Rico Dalasam

Um outro troco em bala de hortelã,
não sei como vou amanhã,
e eu nessa febre de te ver… Me dei, me dei, me dei

Achando que era só um nó
Um contratempo, só um nó
Uma outra fita, só um nó… Me dei, me dei

Você viu minha cruz e
quis bater prego,
só pra engordar seu ego,
eu guia de um amor cego…Lidei, lidei, lidei

Um outro troco em bala de hortelã,
não sei como vou amanhã,
e eu nessa febre de te ver… Me dei, me dei, me dei

Achando que era só um nó
Um contratempo, só um nó
Uma outra fita, só um nó… Me dei, me dei

Você viu minha cruz e quis bater prego,
só pra engordar seu ego,
eu guia de um amor cego…Lidei, lidei, lidei

Achando que era só um nó
Um contratempo, só um nó
Uma outra fita, só um nó… Me dei, me dei

Durou até eu perder o sabor
em ser um amor de bastidor, seu amor de bastidor
Um amor tão caro assim
não pode mendigar.

Um amor tão caro assim não pode mendigar

O que sei sobre amor eu
inventei, inventei um jeito para me amar.
Quando alguém se sente amado por mim
eu penso que deu certo o que precisei inventar.
Não, nunca foi, nem nunca será semelhante a nada
quando garotos negros amam, quando garotos pretos se amam
quase sempre se inventou um jeito.
Me percebi exceção cada vez que fui amado…
Foi vivendo que constatei, o que sei sobre amor eu inventei.
É inegável quando verte o amor em mim.
A cada vez que me fiz amável,
Tantas outras que me refiz amável,
só eu poderia constatar: o que eu sei sobre o amor eu inventei.

Eu guia de um amor cego

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Fernando Machado
Publisher e criador do site

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