Em meio à polêmica envolvendo Anitta e o Rock in Rio, onde a cantora revelou que artistas nacionais recebem tratamento inferior ao dado à nomes internacionais, o empresário do entretenimento Karrsou, diretor da Crossover Records, deu mais detalhes sobre os bastidores da denúncia da dona do hit “Envolver”.
Em um longo texto, ele contou que a organização do evento só cedeu à contratação de Anitta em 2019, após a artista sugerir que criaria seu próprio festival. Além disso, Karrsou disse que houve uma tentativa de tirar o funk do setlist apresentado pela cantora.
“Sei de várias coisas que aconteceram com a Anitta e a produção dela no RIR 2019, pois vários amigos meus do mercado do business trabalham na produção dela e falar pra vocês… Tem tudo de ruim que vocês possa imaginar!”, começou ele.
“Desde o início o RIR não aceitava pagar um cachê de 250 mil (reais) pra Anitta, mas pagavam milhões pra quem era internacional, sem nem ter a metade da relevância dela… Só porque era gringo”, continuou.
“Funk? Jamais! O RIR tentou tirar o funk do setlist dela de todas as formas possíveis… Anitta fez o show com o c* na mão porque um piso torto já era motivo de quebra de contrato… Não sei se vocês lembram, mas ela nem abriu a boca direito no show. Então, não vem com essa de querer tirar coroa dela porque é dela e pronto”
Por fim, ele finaliza dizendo que no dia da apresentação de Anitta no Rock in Rio 2019, o público estava lá para ver a cantora, e relatou que por onde se andava no festival só se ouvia Anitta. Veja:








