Cinema

Crítica – “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” dá um ar atual a saga

Hoje chega aos cinemas o sexto filme da saga “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, que traz a volta do James Cameron a direção do longa após mais de 30 anos de ter dirigido o primeiro da saga.

Assim como todo filme da franquia, a sexta parte mantém a essência de combate a um robô exterminador, agora Rev-9 (Gabriel Luna) que foi enviado do futuro para assassinar alguém, e dessa vez foi a Dani Ramos (Natalia Reys), uma jovem mexicana que tem seus pais e irmão assassinados pela máquina e que no futuro é a salvação do planeta contra a Skynet. Para a sua proteção, ela acaba contando com a ajuda da Grace (Mackenze Davis) e da inesquecível Sarah Connor.

Com isso, o longa tem-se destaque ao protagonismo feminino em relação a saga, o trio assume o destaque e ‘carrega’ todo o filme nas costas. Se nos outros filmes da saga a mulher tinha um papel relacionado a proteção, nessa vem com tudo ao embate. E a volta da Sarah Connor acrescenta ainda mais nisso, sem falar da sensação de nostalgia que dá. Mas calma, o Arnold aparece no longa, mais um pouco depois da metade, já que seu personagem estava isolado da vida de exterminador.

Ver a Linda Hamilton e Arnold nos mesmos papeis 25 anos após o segundo filme da saga é com o ápice da saga. Ambos estão perfeitos em seus respectivos papeis, mesmo sendo um robô que envelhece!

Assim como em outros filmes do momento, o filme também entra na questão política Estados Unidos x México, já que o trio feminino protagonista acaba fugindo para o país do Chaves da forma mais crítica e real (#semspoilers). A diferença é que nesse filme não há um ataque ao México em que enalteça os Estados Unidos, o que acabou sendo em “Rambo – Até o Fim”.

A direção de Cameron é a tampa da chave da nostalgia e trás os bons efeitos especiais que o produz para a saga do Exterminador. Lembrando que o filme é uma continuação do segundo da franquia, ignorando os outros três que foram lançados.

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