Música

Maneva lança clipe de ‘Inevitavelmente’ e terceira parte do EP ‘Caleidoscópio’

Nesta sexta (30) o Maneva lançou a terceira parte do EP “Caleidoscópio”, que veio junto com o clipe de “Inevitavelmente”.

‘Inevitavelmente é impossível evitar a gente’ foi a frase que inspirou Belinha Lopes e Doug Martins para escrever o roteiro do vídeo. “É impossível evitar a nós mesmos e o filme fala sobre essa descoberta. A construção da narrativa dos personagens reais começa no conflito. Ao longo das cenas, vão se descobrindo, se reconhecendo, se aceitando e se amando. E, no final, a libertação” – diz Belinha Lopes, diretora.

Para contar a história de “Inevitavelmente”, personagens reais foram priorizados, como o artista Ian Belisário. “Nossos corpos são apenas uma fração de quem nós somos. As pessoas não precisam se conter de quem elas são, dos seus desejos, de tudo aquilo que é humano. Sentir é humano! O autoconhecimento é um processo totalmente necessário. A autoaceitação também. O entendimento é que cada corpo é um corpo, cada pessoa é uma pessoa e existem várias formas. Aceitar a gente e aceitar o outro é fundamental para o nosso amor-próprio”, considera ele, que dividiu as cenas com as atrizes Rhaiany Soares e Mariana Palombo.

Além de “Inevitavelmente”, a terceira parte de “Caleidoscópico” traz mais duas canções inéditas.  “Passa o dia” traz na composição o encontro de Diego Andrade, percussionista do MANEVA, e Tales de Polli, vocalista.  “O que tiver que ser, será” tem a participação especial do cantor e compositor, Di Ferrero. “Di tem o nosso respeito e admiração. A história profissional dele, de certa forma, também reflete a alma de ‘Caleidoscópico’, já que ao longo do tempo se permitiu a tantas mudanças e viveu cada uma delas com intensidade e verdade.  ‘O que tiver que ser, será’ retrata a necessidade de deixarmos a vida fluir, sem criar expectativas, respeitando e vivendo o hoje”, esclarece Tales.

“Essa música me faz pensar de como não precisamos forçar nenhuma situação e, mesmo que a gente planeje algo, tudo pode mudar, não está muito na nossa mão. A letra da música me passou essa mensagem, além da calma, devido à batida do reggae. Gostei muito de como ela foi dividida com o Tales e, depois, nós dois  juntos. Ficou bem legal” – encerra Di Ferrero.

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